A Queda 2: No Limite (2026) é o tipo de filme que vale a continuação
    Cinema 2 min

    A Queda 2: No Limite (2026) é o tipo de filme que vale a continuação

    Jefferson Faria

    Jefferson Faria

    2 de outubro de 2026

    Eu gosto de filmes que conseguem me deixar fisicamente desconfortável. Não necessariamente porque são assustadores, mas porque conseguem fazer com que eu me coloque naquela situação e pense: “eu não conseguiria”.

    Foi exatamente o que aconteceu comigo assistindo a A Queda 2: No Limite.

    Depois de um primeiro filme que transformou uma torre em um dos lugares mais desesperadores possíveis, a continuação precisava encontrar uma maneira de fazer a gente sentir aquela mesma aflição novamente. E, para mim, ela consegue.

    Dessa vez, o cenário muda, mas a sensação continua. Jax e Luce ficam presas em uma estrutura suspensa em uma montanha na Tailândia, e o filme aproveita cada possibilidade para lembrar que não existe lugar seguro quando você está tão longe do chão.

    E eu acho que A Queda 2 entende muito bem o tipo de experiência que quer proporcionar.

    Não é um filme que precisa ficar inventando grandes explicações para funcionar. Ele quer que eu fique tensa vendo uma personagem tentar atravessar uma estrutura instável, que eu imagine o que aconteceria se ela escorregasse e que eu fique esperando a próxima coisa dar errado.

    E funciona.

    O que mais gostei é que o filme não depende apenas de sustos. A tensão vem da antecipação. Muitas vezes, o mais angustiante nem é o que acontece, mas aquilo que eu sei que pode acontecer. Uma mão escorregando, uma estrutura balançando, um objeto caindo.

    Veredito

    Vale a pipoca e... fica aqui um semispoiler: vale um terceiro filme.

    Fica a nossa dica para o final de semana! ;)

    #a queda#suspense#medo de altura